CONAV 2018

Nesta página você fica sabendo tudo o que aconteceu na segunda edição do CONAV. Você  ver as fotos, conhecer os palestranteso e saber quem participou desses três dias de conhecimento.

​Realizado pelo Sindicato Nacional de Artistas Plásticos e produzido pela Cia Arte cultura o II CONAV ocorreu nos dias 29 e 30 de setembro no na UNIBES Cultural em São Paulo capital.

História, empreendedorismo na arte, técnicas, processo de criação, materiais, apresentação, espaços expositivos, exposições, curadoria, rede de negócios, leis de incentivo e diversos outros assuntos foram tratados no II CONAV.

Todos os participantes receberam certificados.

PALESTRANTES CONAV 2018

Norberto Stori

Palestra: Um pensamento interdisciplinar na formação do artista na Bottega renascentista: séculos XIV - XV.
Workshop: Processos pictóricos da aquarela: sensibilização

Formação: Curso de Licenciatura em Desenho e Plástica – Faculdade de Artes Plásticas e Comunicações da FAAP/SP. Livre Docente em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista/UNESP/SP. Mestre e Doutor pela Universidade P. Mackenzie/Instituto de Artes da UNESP. Prof. Titular do Programa de Pós-Graduação em Educação, Arte e História da Cultura e do Centro de Educação, Filosofia e Terologia da Universidade Presbiteriana Mackenzie/SP. Professor Adjunto do Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista/SP. 

 

Alguns cursos ministrados: IBRIT-Instituto Brasil Itália /Milão. “Técnica do SPIT-BITE – água-tinta: Lavis”-Centro Culturale Per Lo Studio Dell’Arte Grafica iI Bizonte/Florença/Itália. “Aquarela”-Museu de Arte Moderna/MAM/São Paulo. Orientações e Bancas de TGI/TCC. Orientações de Mestrado e Doutorado. Bancas de Qualificação e Defesa de Mestrado e Doutorado. Bancas de Livre Docência. Cursos de Lato Sensu e Orientações de Monografias. Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Artes da Universidade Presbiteriana Mackenzie 1987/89.

 

Membro de Banca Examinadora de Concursos Públicos. Consultoria, Conselho Consultivo, Pareceres e Relatórios. Membro de Conselho, Comissões Administrativas e Científicas. Comissão de Seleção, Avaliação e Premiação. Curadoria, Coordenação e Organização de Exposições. Participações em Congressos, Seminários, Debates, Palestras, Mesas Redondas, Fórum, Encontros, Comunicação, Simpósios, Mediador, Colaborador, Coordenador, Workshop nacionais e internacionais. Livro: Stori, Norberto (org.) “O Despertar da Sensibilidade na Educação”. Artigos e textos publicados em livros, periódicos, Anais e outros meios especializados. Prêmios em Salões de Artes. Participação em diversas exposições nacionais e internacionais.

Romero de Albuquerque Maranhão

Palestra: Arte e Gestão na Contemporaneidade: os (des)caminhos para o sucesso 

A palestra tem como objetivo ampliar o debate sobre as estratégias e ferramentas de Gestão que podem ser utilizadas pelos Artistas em suas trajetórias profissionais e inserção no mercado de trabalho, a partir dos conceitos de marca, marketing, merchandising e Plano de Negócios.                

Pós-Doutorando em Educação, Arte e História da Cultura da Universidade Presbiteriana
Mackenzie (UPM).

Doutor em Administração pela Universidade Nove de Julho (UNINOVE).
 

Mestre em Geografia pela Universidade Federal do Pará (UFPA) e Graduado em Administração Pública pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e em Ciências pela Faculdade da Cidade - RJ.

Pesquisa atualmente Arte e Gestão; Gestão Ambiental; e Organizações Artísticas e Culturais. 

 

Possuí artigos em Periódicos Nacionais e Internacionais.

Oscar D'Ambrosio

Palestra: O Triângulo das Bermudas: pensar, fazer e divulgar

O objetivo é fornecer elementos para conhecer melhor o próprio processo criativo, entendendo como poéticas e procedimentos se articulam na consecução de uma obra de arte. No momento em que está pronta, como divulgar o que pensou e se fez?  Algumas alternativas serão apresentadas num exercício de desmantelamento do ego.

Oscar D'Ambrosio é graduado em Jornalismo pela ECA-USP e em Letras (Português - Inglês) pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, (1986), especialização em Literatura Dramática pela ECA-USP, mestrado em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da Unesp e doutorado no Programa de Educação, Arte e História da Cultura da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

 

Crítico de arte da ABCA - Associação Brasileira de Críticos de Arte e da AICA - Associação Internacional de Críticos de Arte - Seção Brasil.

 

Autor de diversos livros na área de arte naif e arte contemporânea.

 

Tem experiência na área de curadoria e é autor de textos para catálogos e apresentações de diversos artistas plásticos contemporâneos

GILBERTO SALVADOR

Palestra: O Artista e a Profissão

A experiência profissional do artista plástico Gilberto Salvador como mola propulsora de uma filosofia de vida.

Artista, arquiteto com sólida formação na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU/USP), concluída em 1973, e breve passagem profissional por essa área, conquistou a regalia essencial de surgir em uma época pungente, em inúmeros aspectos. Assim compôs, em 1967, a Bienal de São Paulo, apresentando a obra Ação dialética sobre... , convergindo para tema político e associado ao Vietnã, em tratamento próximo aos quadrinhos, com super-heróis e cortes, denunciando a posição claramente contrária às ações e intervenções dos quartéis, em geral e entre nós.

Eixo forte em toda a produção, Gilberto Salvador habita na pesquisa obsessiva da visualidade, que sempre se sobrepõe a um conteúdo direto e unilateral, desta forma apartando-se do Pop mais jornalístico e figural, naquele tempo, importante para afrontar a hora política imposta pelo regime militar, também entre nós. A decifração do enigma se encontra na ludicidade artística, insinuada para o espectador, consoante com a própria personalidade do artista. O artista justapõe os opostos, preferindo repetidamente o processo dialético da obra aberta e, como a esfinge, parece sempre repetir o mantra – decifrar versus devorar, a visualidade proposta.

 

Mantém nas obras atuais a reunião de opostos e contrapostos, em séries em que trabalha com pares aparentemente apartados, como água e bolas de pingue-pongue, ampliando a utilização de entes da natureza. Boa parcela das obras configura a mesma sensação que se tem ao se chegar às cidades chinesas – a força e a pureza de tonalidades uniformes, compostas por cores primárias e secundárias, como se observa na série Zipper. Do Ocidente latino traduz a sensualidade e proximidade, particularmente nas formas espaciais atuais, que exigem uma relação por vários sentidos humanos, presentes em obras como Esferopéia, Guiné e Parafuso. Sugere um movimento iminente e um olhar provisório, incitado por novas transmutações, virtual ou não, estas originadas pelo estímulo manual ou mecânico.

 

Como se constata, o artista aprofunda assuntos plásticos e culturais, revendo e criando novas aberturas, tanto para se pensar a atualidade quanto à própria transformação artístico-cultural, renovada em cada etapa. Por outro lado, não se rebela contra a natureza e tem um olhar terno para as diferenças, procurando captar na essência o que encontrou em ato no mundo dado e na cultura construída pelos seres vivos, sejam plantas, animais, ou humanóides. Assim passeia com desenvoltura entre passado e presente, sem estigmatizar um, ou outro, abrindo seu espaço para novas gerações, como antes lhes fizeram os integrantes da geração dos concretistas paulistas, transmitindo-lhes a cultura da geometria geradora, a par do olho produtivo.

Eneida Soller

Palestra: Leis de Incentivo

Análise das atuais leis de incentivo e suas aplicações. Como utilizar essas importantes ferramentas no apoio e desenvolvimento de projeto nas artes visuais.

Coordenadora de projetos de descentralização da cultura há 18 anos e projetos de formação em artes há 12 anos, em convênios com as três instâncias governamentais e em contratos com patrocinadores de projetos incentivados no segmento da Cultura.

 

Compositora e diretora musical de 18 espetáculos teatrais, ganhadora do Prêmio Molière de Teatro, duas vezes ganhadora do Prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) por musicais para crianças, e ganhadora dos prêmios Mambembe e APETESP (Associação de Produtores de Espetáculos Teatrais do Estado de São Paulo).

 

Como militante cultural, participou nos últimos dez anos das principais iniciativas de construção de políticas públicas para a cultura, organizando e coordenando seminários sobre Direito Autoral, revisão da Lei Rouanet, criação do PROAC Editais e do PROAC ICMS, volta do ensino de música nas escolas, Vale Cultura, entre outras. Coordenou desde 2005 convênios com a Secretaria Municipal de Educação para o ensino de artes em CEUs (Centros Educacionais Unificados) e em 26 unidades educacionais. Coordenou o Ponto de Cultura “Novo Trem das Onze” em convênio com a Secretaria do Estado da Cultura entre 2009 e 2011 e com a Secretaria Municipal de Cultura entre 2015 e 2016.

 

Coordenou o Pontão de Interações Estéticas no Estado de São Paulo em convênio com o Ministério da Cultura e foi curadora das mostras Artísticas das teias estaduais. É atualmente Presidente do Conselho Brasileiro de Entidades Culturais (CBEC) e do Polo Cultural Educação e Arte.

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